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Do Futebol

Blog de análise ao futebol: sério, irónico, crítico, construtivo, mas também intolerante para quem não tem princípios nem entende que a vida está muito para além dum pontapé numa bola.

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QUALIFICAÇÃO MUNDIAL / 2018 ANDORRA-PORTUGAL

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Num estranho país dirigido por dois co-príncipes, exemplo raro de governação, derimiu Portugal a suposta "meia-final" (no dizer de João Mário) de uma competição cujo epílogo ocorrerá na próxima terça-feira, no Estádio da Luz.

Apesar de as dúvidas existenciais de Fernando Santos, o capitão Ronaldo começou o jogo sentado no banco, à espera de ver o que aquilo dava. Não deu. Os escalados para a partida andaram por ali durante a primeira parte, dominaram o jogo sem progressão que se visse, e se acaso conseguiam chegar às linhas finais, os cruzamentos eram facilmente interceptados pelo padeiro, o serralheiro e o carpinteiro lá do sítio, comandados por um tal Ildefonso Lima, espécie de encaregado-geral da obra, homem vetusto no topo das suas 37 Primaveras, atleta que conta no seu percurso com uma passagem pelo Espanhol no século passado, isto é, quando o avançado que ontem teve de marcar, André Silva, ainda andava de fraldas.

Intervalo a chegar, e já Cristiano sorria; que se portasse com juízo, pediu-lhe o selecionador, não fosse estragar a festa preparada para Lisboa. Ah! é verdade; que marcasse um golito, e salvador da pátria se lhe chamaria. Assim aconteceu, e Portugal pôde respirar, cabendo a Santos o balão de oxigénio que se impunha dada a altitude a que a partida se disputava. Viesse de lá, então, William de Carvalho: se um trinco é bom, dois serão, certamente, melhores, era a aposta.

Os destaques individuais são todos pela negativa, posto que ninguém jogou nada que se visse. O prémio Farinha Amparo vai -- também em versão "co" -- para Bernardo Silva, Quaresma, João Mário e Gelson. Todavia, outros houve que nem se percebeu se estavam em campo, tais como Patrício, Pepe, Neto e Eliseu, o que demonstra a capacidade atacante do adversário. Empenhados só Semedo, Danilo (vedetismo presunçoso a galgar terreno), André, pelo  segundo golo, e Ronado, a quem o capataz ofereceu a bola para o primeiro.

Dia 10 há mais.

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